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Como podemos ter a certeza que não existem bactérias na água distribuída?

A água destinada ao consumo humano é um dos produtos mais controlados. As entidades distribuidoras de água efetuam, normalmente, um número de análises superior ao que lhes é imposto pela legislação.

Pesquisar sistematicamente todos os germes patogénicos não é todavia possível, dado que existe uma variedade considerável de espécies diferentes, na maioria dos casos, em número tão diminuto que seria necessário utilizar volumes de água enormes. O tempo necessário para a sua deteção é também demasiado longo.

É por isso que as entidades distribuidoras utilizam metodologias práticas e significativamente mais rápidas, procedendo à pesquisa de certos tipos de bactérias. A sua presença indica que outras, dificilmente detetáveis, se podem encontrar igualmente na água. São as denominadas bactérias indicadoras cuja deteção é muito mais fácil e sobretudo muito rápida. Quando se encontram na água é sinal de uma possível contaminação bacteriana.

Pelo contrário, na ausência de indicadores fecais pode-se concluir, dado a sua maior resistência, que a água não contém bactérias patogénicas e que apresenta uma qualidade bacteriológica segura.

Nos casos em que é detetada a presença de bactérias indicadoras, as entidades distribuidoras tomam imediatamente todas as medidas necessárias para retificar a situação dando conhecimento da ocorrência às Autoridades de Saúde competentes nos termos da legislação em vigor.
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